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Parece piada, não? E, no entanto, não é!
Parece milagre, não? E, no entanto, não é!
Publiquei o post anterior (Servir, ser útil) às 4 da madrugada do dia 21. Em seguida, abri meu email e encontrei a seguinte mensagem de um aluno:
Assunto: parabéns
De: joão paulo matos gonçalves - joaominero @ XXXXXX.com.br
Para: ramirojr @ filosofix.com.br
Data: Thu, 20 Nov 2008 15:59:13 -0800 (PST) (21:59 BRST)
eu descobri q hj eh o dia da filosofia e resolvi te dar os parabens por vc ser esse professor tao magnifico
Servir, ser útil
em tuas mãos, perguntando cada dia:
Serviram hoje? a quem? à árvore,
um amigo, a mãe, um pobre, um aflito?
COMENTÁRIOS:
- Eis como Sádhanã toca minhas mãos hoje, de lá onde Ela está: pelos Joãos da vida!
- Obrigado João Paulo (João Mineiro)! E então, se hoje é o dia da Filosofia (quer dizer, foi ontem dia 20 de novembro), aqui, ó, João, pra Filosofia… aqui, ó:


Parece mentira, não? E, no entanto, não é!
Parece milagre, não? E, no entanto, não é!
postado por Ramiro (21/11/2008)
Nov
21
Parece piada, não? E, no entanto, não é!
É mais difícil compreender isso, que ficar, o tempo todo, esperneando.
Esta Senhora, Mãezinha Sádhanã, serviu-me em alguns fins de tarde de seu crepúsculo, com suas mãos sobre as minhas.
E custa aprender esta lição que me foi dada por ela:
Servir, ser útil
em tuas mãos, perguntando cada dia:
Serviram hoje? a quem? à árvore,
um amigo, a mãe, um pobre, um aflito?
Custa-me, porque ainda insisto em mostrar o quanto custa… não aprendi a abandonar-me, mais ainda.
Das “coisas” ali ditas e escondidas, até mesmo sobre os tais crepúsculos, a mais forte delas - Ela dizia segurando-me pelas mãos e com olhos fixos em mim - é o ser útil também no sentido da aceitação aparentemente humilhante e que nada (ou quase nada) tem a ver com resignação.
Parece piada, não? E, no entanto, não é!
postado por Ramiro (21/11/2008)
Nov
20
Atenção:

Uma outra alternativa para tirar a teia de aranha, é fazer uma mudança de Ministérios, como fizeram no Japão da PRK-30, de Lauro Borges e Castro Barbosa.
Ouça:

postado por Ramiro (20/11/2008)
Nov
20
A AKADEM - Paris - autoriza-nos apresentar, como o fez neste Novembro, a conferência de Alain Goldman AQUI.
O rabino Alain Goldman ocupa a função de Grand Rabbin de Paris e tem, entre seus principais trabalhos escritos, os seguintes:
- Breuer Marc et Goldman Alain, La Thora commentée par Marc Breuer. Le commentaire des Haftaroth par le Rabbin Alain Goldman. (Keren hasefer ve-halimoud 1973);
- Goldman Alain, Le judaïsme face aux problèmes posés par la génétique Article en ligne sur le site CAIRN
O título da conferência é:
La fin du règne de David
Haye sarah: prophétie et royauté (26 mn)
Alain Goldman, Grand Rabbin
Sefarim - Paris, novembre 2008
Clique abaixo para ouvir:
postado por Ramiro (20/11/2008)
Nov
20
Lobo versus Lobo
Categoria: Imagens e charges |
Comentários Aqui

O Lobo das Três Pernas Informa:
Aproveite e leia (ou releia) histórias mais complicadas, a começar pela Fábula do Lobo das três Pernas e o Gafanhoto - aqui.
postado por Ramiro (20/11/2008)
Nov
18
Crise de Vaias Aposentadas
Categoria: Imagens e charges |
Comentários Aqui
Trechos de reportagem da Folha de São Paulo de hoje.
____________________________
Informação foi passada pelo Departamento de Justiça ao Ministério Público de SP; Eduardo Bittencourt nega acusação
Desde janeiro deste ano, conselheiro do Tribunal de Contas é investigado por suposto enriquecimento ilícito e evasão de divisas
POR LILIAN CHRISTOFOLETTI
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou ao Ministério Público do Estado de São Paulo que o presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Eduardo Bittencourt Carvalho, movimentou pelo menos US$ 2 milhões naquele país. A saída desses valores não foi declarada à Receita Federal.
Segundo o governo norte-americano, Bittencourt movimentou esses recursos no Lloyds TSB Bank, em Miami, e no Citibank, de Nova York. A Folha apurou que essas contas já foram esvaziadas e os valores remetidos para outros países, ainda não identificados.O salário de conselheiro do TCE paulista é, em média, de R$ 21 mil líquidos por mês.Em sua primeira e única manifestação sobre o assunto, em janeiro, Bittencourt informou em nota que as acusações contra ele “são suposições totalmente absurdas e até mesmo ofensivas”, que nasceram de uma contenda judicial travada com a ex-mulher. Ontem, advogados dele afirmaram que, ao final das investigações, ficará provada a inocência do conselheiro vitalício do TCE.
Desde janeiro deste ano, após reportagem da Folha, Bittencourt é investigado por suposto enriquecimento ilícito, lavagem e evasão de divisas.
Hoje Bittencourt é alvo de dois inquéritos. Um civil, que apura suposto enriquecimento ilícito e improbidade administrativa (má gestão pública), presidida pelo procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Fernando Grella. Outro, criminal, que corre no Superior Tribunal de Justiça, sob a relatoria da ministra Laurita Vaz.
(…)
_____________
COMENTÁRIO:
Cada vez mais se torna claro, pelo menos para mim, onde se dá a origem do atual conceito genérico de “público”: a banalização desse tipo de notícia pode indicar, me parece, uma nova origem desse genérico conceito, que não aquela que firmou suas raízes, quando do advento dos assim chamados Estados Democráticos de Direito. Ele seria, a meu ver, oriundo de sua “medida”, “valor” inversamente proporcional, a “oikonomia” - no sentido grego da palavra: administração familiar de bens domésticos. A forma como esse conceito, aliás, é comunicado, recebido pelo intérpretes “públicos” e como ele toma forma na esfera “pública” é que me parece ser digno de nota: como um (novo) conceito de “público”, oriundo de esferas privadas, pode se legitimar publicamente? Paradoxal: um fato contra o dominío “público” (não digo do Estado, digo, genericamente, público), por exemplo, é, claro, imediatamente, tratado pelo pares jurídicos e políticos. Mas, quando é a sociedade acionada para emtir juízo, o que acontece? Avalia-se em que medida esse dano ao público interfere na “oikonomia” real do agentes. O “juízo” emitido é uma “isenção” de avaliação, é, em outras palavras, uma avaliação sobre a não tomada de decisão quanto ao fato: se toma uma decisão, qual seja, nao decidir, não agir. Os agentes avaliam, é claro… não se trata de indiferença aqui.
Postado por André Garcia
Nov
17
Rouben Hood
Categoria: Imagens e charges |
Comentários Aqui

Sargento Garcia Informa:
Um verdadeiro Rouben-Hood! O Inimigo de Cagraleu, o herói grego (digo, Cargaleu… não… Cragaleu, o herói que aparece na BlogNovela Sit on My Face, cap. XIV, logo abaixo)!
postado por Ramiro (17/11/2008)
Nov
17
A conferência a seguir foi proferida em Paris, neste Novembro, por Haim Nissenbaum e reproduzida em vídeo no site da AKADEM AQUI.
O rabino Haim Nisenbaum pertence à Sinagoga e Escola Religiosa Beth Hanna; é autor de várias obras, entre elas:
- Haïm Nisenbaum, Qu’est-ce que le hassidisme ? (Le Seuil, 1997);
- Haïm Nisenbaum, Histoire d’outre-monde (Bibliophane, 2007);
- Haïm Nisenbaum, Histoires d’un monde éternel : les hassidim racontent (L’air libre, 1989);
- Haïm Nisenbaum, Texture hébraïque : clefs pour la métaphysique juive (L’air libre, 1990)
Ouça a seguir a bela conferência que merece anotações cuidadosas. Aproveite:
Haye Sarah: comme une rose au milieu des épines
Haïm Nisenbaum, Porte-parole du Beth Loubavitch France
Sefarim - Paris, novembre 2008

Clique abaixo para ouvir:
postado por Ramiro (17/11/2008)
Nov
16


Capítulo de hoje: Fenomenologia do Poder e Cragaleu. - [2]
Décima quarta questão: toda fenomenologia é uma espécie de patologia superior, segundo Friedrich Hebbel, poeta alemão.
O que existe além de Cragaleu?
Poder.
E gravado o cinza no negro de Nix, sobre uma pedra fria:
Escreveu não o dito por Cragaleu
O que um mortal deve sacrificar: os benefícios aos amigos ou os prejuízos aos inimigos?
é dedicado ao Navegante que alcançou
com o Blog Filosofix
500.000 mil acessos que estão chegando.
O Preceptor estava sentado à mesa, com os jornais do dia espalhados e abertos, espantado com as pesquisas de opinião que indicavam estar Sua Excelência com um percentual de aprovação popular na faixa dos 77,7 %. Se, por um lado, sentia orgulho de si mesmo por ter sido, de alguma maneira, responsável pelos índices de aceitação, por outro, também temia que seu nome entrasse para a história como um dos mentores de tamanha desgraça.
E procurava explicações plausíveis.
Eis que entra em cena o néscio-mor acompanhado pelo cortejo, isto é, pelo seu séquito.
Diálogo com o néscio-mor:
Fala o Preceptor:
- Senhor meu Rei: estais satisfeito com as pesquisas?
Fala o Néscio:
- Eu sou um femônemo!
O Preceptor limpou a garganta, fechou os jornais que havia lido sobre a mesa e assim falou:
- Hoje vamos estudar sobre um famoso herói dos antigos, chamado Cragaleu.
Era uma vez, uma linda menina chamada Dia.
Brinca o néscio-mor:
- E todo mundo que passava por ela dizia; - Bom dia, Dia; que lindo dia!
- Cala a boca, amore! Deixa de ser engraçadinho. Vamos ouvir a historinha.
- Hummm…
O Preceptor continuou, de cara amarrada:
Um dia, Dia em pleno dia estava brincando como fazia todo dia com as priminhas de Dia.
Mas, acontece que Dia era filha de um Rei muito mau que tinha fama de bonzinho, chamado Licáon, e que tivera em torno de cinquenta filhos com suas várias mulheres. Esse Rei, o Licáon, o mau fingindo de bonzinho, um belo dia lá em suas terras na Arcádia, recebeu como visita o próprio Senhor do Trovão, Zeus Ele Mesmo.
O Senhor do Raio queria fazer uma armadilha para Licáon e desmascarar o rei que se fingia de bonzinho. Zeus, então, transformou-se em mendigo, apareceu às portas do palácio do Rei e pediu hospitalidade.
Sua Excelência sabe - continuou o Preceptor - que na Grécia Antiga havia uma Lei da Hospitalidade que não podia, nem em sonho, ser quebrada; essa lei oral dizia que o anfitrião estava obrigado a receber quem lhe pedisse guarida, dar-lhe uma muda nova de roupa, oferecer-lhe a melhor comida à disposição e, só depois, teria o direito de perguntar o seguinte: - Pode meu hóspede, se assim o desejar, repartir seu nome comigo?
Comenta o néscio-mor:
- Mesmo se for do partido dos DEM?
- Pricipalmente, amore mio! E se for tucano, mais ainda… mais ainda…
Pois bem, continuou o Preceptor! O Rei Licáon recebeu Zeus, sem saber quem era, mas resolveu tentar descobrir a origem daquele peregrino; mandou fazer um banquete com carne de um refém (que era seu neto e filho do próprio Zeus com Calisto).
Mas, não deu outra!
Zeus, enfurecido, fulminou quase todos os filhos do rei e quanto a Licáon, transformou-o em lobo.
E foi daí que “o homem se tornou lobo do homem”; e é por isso que o Lobo das Três Pernas, legítimo lobo, vive a vingar-se dos homens maus, descendentes de Licáon.
Mas, voltando ao que interessa, Licáon teve uma filha chamada Dia, que não tinha nada com isso. E a Dia, coitadinha, vivia todo dia sem saber de nada. Até que um dia, o deus Apolo passou por ali, durante o dia, e viu Dia. O deus apaixonou-se por ela perdidamente e casaram-se naquele mesmo dia. Dia, casada com Apolo, teve uma linda filha chamada Dríops, uma linda menina mais parecida a uma árvore, porque Dríops é aquela que tem jeito de árvore.
E o que aconteceu, então?, disse, pensativo, o Preceptor.
Filosofa o néscio-mor em tom de galhofa:
- Foi a árvore que deu seus frutos?
- Ai, amore…
O Preceptor, muito sério, continuou:
Bem… desse casamento entre Apolo e Dia, que nasceu Dríops, aconteceu algo mais. Dríops teve um filho chamado Cragaleu…
Pergunta o néscio-mor:
- Já nasceu cragado…
- Ai, amore!
E o Cragaleu, continuou o Preceptor, era um sujeito muito humilde. Viveu a vida dele toda como um espartano, sem luxos ou ostentações. Já bem velho, ele não queria saber de outra coisa senão ser um pastor.
Além do mais, Cragaleu tinha fama de ser muito sábio, gozar de uma enorme cultura e também era tido por todos como um sujeito dono de uma epieíkeia invejável.
Assusta-se o néscio-mor:
- Epi o que? Doença venérea?
- Ai, amore!
Não! diz o Preceptor. Epieíkeia era senso de eqüidade, de justiça, de saber balancear as coisas e bem julgar. Doença venérea tem aquele que não faz isso direito.
Mas, continuou o Preceptor, aconteceu que, lá um belo dia, o marido de Dia, o deus Apolo, portanto avô de Cragaleu, apareceu pelo planalto central…
Interrompe o néscio-mor:
- Planalto Central de onde? Da Cragaelândia???
É! fala irritado o Preceptor. Da Cragaelândia!
E continua:
… Acompanhado Apolo de sua irmã gêmea, a deusa Ártemis, e do mais poderoso e ignorante de todos os heróis, Héracles (mais conhecido hoje em dia como Hércules).
Os três - a deusa Ártemis, Héracles e Apolo - estavam envolvidos numa discussão sem fim, porque queriam saber quem devia ser, pela via da Justiça e não da Força, o dono da cidade de Ambrácia.
Chamaram, então, Cragaleu, pastor de ovelhas e sábio juiz, para dirimir a questão.
Arrisca-se o néscio-mor:
- Esse tal de…
- Amore, é Cragaleu…
- … esse tal de Cragaleu… será que tinha juízo de supremo na cabeça? Vai dar confusão, aposto!
O Preceptor continuou:
Bom… Apolo, Ártemis e Héracles expuseram suas razões para justificarem a possibilidade de serem os donos de Ambrácia.
Apolo disse que a cidade deveria ser sua, porque seu próprio filho, Melaneus, havia vencido o povo de Epeiros e que uma das crianças que nasceram após aquela vitória chamava-se Ambrácia. Assim, como a cidade tinha o nome em homenagem à filha de Melaneus, e como pertencia ao filho, também deveria pertencer ao avô, ele próprio, Apolo, pois era em nome da neta. E mais: que ele, Apolo, havia lutado em várias guerras para defender os ambracianos, que havia evitado, também, uma guerra civil contra o tirano Phalaicos quando toda a cidade estava lotada de dissidentes em completa desordem; Apolo disse mais que os ambracianos, por tantas dívidas para com ele, fizeram inúmeros hinos em homenagem a ele, o deus; e que, portanto, a cidade deveria pertencer-Lhe.
Ártemis, por sua vez, argumentou que foi a responsável pela morte de Phalaicos, o tirano; porque, quando de uma caçada, ela colocou um leãozinho à frente do rei e este, ávido, saiu para matar a presa; e foi quando a leoa mãe surgiu do bosque e devorou o tirano. O povo de Ambrácia, então, livre da escravidão, fez muitos sacrifícios e outras tantas libações à deusa.
Já Héracles argumentou o seguinte: havia sido ele que, ao juntar-se aos ambracianos, derrotou os inimigos estrangeiros da cidade.
Mas… Cragaleu, após ouvir os argumentos, não teve dúvida alguma e decidiu que a cidade deveria pertencer a Héracles.
Apolo, avô de Cragaleu, não suportou mais. Ficou furioso. Arrebatado. Maluco. Como pode? Como pode não dar a um parente uma cidade? Ainda mais se esse parente for um Deus do Olimpo? Como pode?
Apolo transformou seu próprio neto, Cragaleu, em um rochedo, no exato lugar onde foi proferida a sentença.
Cragaleu virou pedra.
Falou, finalmente, o Preceptor:
- O que aprendemos com esta lição, Excelência?
Responde o néscio-mor:
- Que o Cragaleu era muito burro? Porque… nesspaíz, nunca antes nesspaíz ocê tem, sabe, que privilegiar, sabe, as pessoa (sic) no lugar dos deus (sic)… sabe… se o cara te dá voto, sabe, tem mais é que ajudar, sabe… se o cara, esse tal de Cragalado… sabe… se lembrasse que era neto do tal de Apolo, um cara poderoso e deus com tudo quanto é poder nas mão (sic)… sabe… ele tinha é que dar a cidade de Ambrasília, Ambrá-não-sei-o-quê, pro avô dele, sabe…
- Isso mesmo, amore mio!
Não! corrigiu o Preceptor. O mito conta que a justiça deve valorizar aquele que luta contra os inimigos externos; e que, não reivindica para si nada além do que merece. Porque ser parente, pai, avô, tio ou coisa assim, não é credencial de nada.
Por isso, a democracia existe: para que, além de alcançar o Poder, o governante governe independentemente dos parentes e da companheirada que tenha.
E se não for assim, todos viram descendentes de lobos, de Licáon.
Retruca o néscio-mor:
- É… mas o cara virou pedra! E aí? Valeu a pena?
Diz o Preceptor:
- Todo Governante deveria almejar tornar-se pedra! Monumento de honra!
Reflete o néscio-mor:
- Mas e a Bolsa da Família? E o PAC? E o Waldomiro? E o mensalão? E o Daniel? E o Delúbio? E o dinheiro das cueca (sic)? E o Cartão Corporativo? E o Bancoop? E a Varig-log? E o João de Barro? E o Pan? E o Land Hover? E o Lilinho? E os desmatamento (sic)? E o Duda? E onde fica todo o bem que eu fiz pra essa gente? Eu não vou ser lembrado por isso? Nunca antes nesspaíz… olha as pesquisa (sic) de opinião… olha…
- Calma, amore mio! Calma!
- Eu sou superior! Eu sou um femônemo! Eu sou uma femonemologia! Vou mandar fazer uma istauta (sic) pra mim, vou sugerir pro Chavez fazer uam pra ele…
Diz o Preceptor:
- Assim não vale! Só pode virar pedra se for por um fenômeno provocado por um deus invejoso!
E repete-se a questão:
Décima quarta questão: toda fenomenologia é uma espécie de patologia superior, segundo Friedrich Hebbel, poeta alemão.
Não perca o próximo capítulo da BlogNovela que estremece a WEB
Lembramos que esta BlogNovela não é interativa. Você não poderia ter influído no curso dos acontecimentos, emitindo opiniões e, até mesmo, oferecendo-se para escrever capítulos inteiros, nem mesmo este que imagina.
Participe, opine, antes que seja dito:
postado por Ramiro Corrêa (o autor) (15/11/2008)
- Apresentação - Esta é, talvez, a primeira BlogNovela Sem Personagens da BlogEsfera, cujo título é: Sit on my face ou Distribuir é Tudo na Vida. Os personagens são fictícios (até porque são mitológicos e de ficção científica-astrológica e os que surgem neste capítulo são frutos da imaginação do autor que se aventura também a reescrever histórias de mitos gregos ou de viagens inter-estelares com astrólogos pilotando naves espaciais, que podem ser adaptados para as atuais circunstâncias). Qualquer semelhança com pessoas ou fatos da vida real terá sido mera coincidência. Os direitos de criação pertencem ao Blog Filosofix. A reprodução em outros blogs do conteúdo desta BlogNovela está liberada, desde que se mantenha o link original para o Blog Filosofix - LINK TO BLOG FILOSOFIX -. A reprodução ou adaptação para rádios ou canais televisivos está condicionada à aceitação, por escrito, do autor desta BlogNovela. Adaptações para a indústria cinematográfica serão autorizadas apenas com a garantia explícita de não exibição em aparelhos de DVD de aeronaves que sobrevoem o espaço aéreo brasileiro. [↩]
- Os Blogespectadores podem imaginar a cena onde o néscio-mor discute o que é a essência da coisa e pensa em como o povo deveria opinar nas pesquisas de opinião privada sobre a popularidade do Rei e sua vida em estilo grandioso. Se houver filmagem para televisão ou cinema, o diretor pode reproduzir uma cena semelhante. Porém, o autor desta BlogNovela - Sit on my face ou Distribuir é Tudo na Vida - proibe que qualquer diálogo seja inserido nesta parte inicial, que é para aumentar a tensão e o interesse do público “blogvelista” sobre os acontecimentos futuros [↩]

















